Gianni Infantino, presidente da FIFA, garantiu este sábado que conta com o apoio de uma vasta maioria das federações nacionais para se recandidatar, apesar das inúmeras críticas de que foi alvo depois do Mundial2026.
Apoios à recandidatura de Gianni Infantino à FIFA
Em entrevista à BBC, o dirigente disse ter recebido «o apoio total» da Confederação Asiática durante uma visita a Tóquio. Segundo afirmou, em Cabo Verde também todos os países africanos demonstraram estar ao seu lado.
«Penso que o importante dentro de uma organização como a FIFA é haver diferentes opiniões, diferentes pontos de vista. Mas, se levamos a sério a democracia e o processo democrático, se acreditamos que todos têm a mesma voz e o mesmo voto e que o futebol pertence a todos, então devemos respeitar a opinião da grande, grande maioria», disse.
A menos de um mês do prazo para a apresentação de candidaturas, fixado em 18 de novembro, ainda não apareceu nenhum candidato para disputar a presidência com Infantino.
«Há pontos de vista diferentes, não é sempre fácil juntar todos debaixo do mesmo teto, mas devemos respeitar e eu respeito todas as opiniões. No final, serão as associações membro da FIFA a decidir quem eles vêm como presidente e como a FIFA deve ser dirigida», assegurou.
Oposição ao projeto de comercialização dos Mundiais
O responsável ítalo-suíço tem enfrentado uma oposição crescente desde que, em julho, apresentou sem consulta prévia um projeto para vender a investidores privados participações dos Campeonatos do Mundo através de uma nova empresa comercial. Infantino acabaria por recuar nessa proposta.
Mesmo após esse recuo no projeto de comercialização dos Mundiais, várias confederações, entre as quais a da Europa (UEFA) e a da América do Norte, Central e Caraíbas (CONCACAF), continuam a pressionar e a exigir a saída de Infantino da FIFA. Diversas federações-membro partilham essa exigência.






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