A SAD do Leixões, responsável pelo futebol profissional do clube, disse esta quinta-feira que desconhece o arresto de bens da sociedade e do seu presidente, André Castro. A sociedade remeteu uma posição sobre o assunto para a confirmação das informações divulgadas.
Leixões SAD aguarda confirmação do arresto de bens
Num comunicado com o título «Direito de resposta», enviado à agência Lusa e a outros órgãos de comunicação social, a sociedade desportiva afirmou ter sido surpreendida pela notícia avançada em vários meios.
"A confirmar-se o teor do noticiado, a Leixões SAD e o seu presidente, André Castro, tomarão oportunamente posição, adotando as medidas que considerem adequadas à salvaguarda dos seus direitos e interesses e à reposição da verdade dos factos", lê-se na reação.
A tomada de posição surge na sequência de uma decisão do Juízo Central Cível da Póvoa de Varzim, consultada pela Lusa, que decretou o arresto de bens da SAD, da sua acionista maioritária Play-Fair e de André Castro.
Créditos e plano de recuperação da Leixões SAD
A sociedade confirmou que o empresário brasileiro Anderson Fellipe Gonçalves é um dos credores no seu processo especial de revitalização (PER), tendo o respetivo crédito sido reconhecido.
"O plano de recuperação foi aprovado e transitou em julgado, sendo os créditos pagos nos termos e condições homologados por decisão judicial", sustentou.
Na mesma comunicação, a sociedade desportiva afirmou, porém, que a Leixões SAD e a Play-Fair têm créditos superiores a 22 milhões de euros (ME) sobre a Golden Goal, empresa do grupo Aliya Capital Partners, indicado pelo investidor brasileiro.
De acordo com a SAD leixonense, o valor resulta de um incumprimento contratual do grupo e estão a decorrer diligências para o recuperar.






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