Saltar para o conteúdo
Notícias

12.º Jogador promove respeito e inclusão nas escolas de Portugal

Crianças a jogar futebol num campo escolar, com colegas e mochila ao lado.
Neste artigo
  1. O 12.º Jogador chega às escolas
  2. Futebol, educação e segurança
  3. Uma responsabilidade partilhada pelas famílias

O futuro das bancadas encontra-se hoje nas salas de aula: nas crianças que escolhem um clube, festejam os primeiros golos e descobrem, através do exemplo dos adultos, o que é ser adepto. É com elas que devemos construir uma maneira mais saudável de viver o futebol. A sua força deve aproximar as pessoas e ajudar a criar comunidades em que todos tenham lugar.

O 12.º Jogador chega às escolas

Desta convicção surgiu o 12.º Jogador, uma iniciativa que estamos a levar às escolas de todo o país para incentivar o respeito, a inclusão e a responsabilidade. Após a ação-piloto realizada em maio na Escola Básica e Secundária do Padrão da Légua, o projeto chegou à Escola Básica Fernando Casimiro Pereira da Silva, em Rio Maior. Cada encontro representa mais uma etapa de um percurso nacional dedicado à formação dos adeptos de amanhã.

Futebol, educação e segurança

Este compromisso junta a Fundação do Futebol - Liga Portugal, a AGSE, a APAF, a APCVD, a GNR e a PSP, em articulação com o Programa Escola Segura. Ao reunir educação, futebol, arbitragem e segurança, é possível conversar com os jovens sobre o papel de cada interveniente e sobre as consequências de comportamentos por vezes banalizados, como o insulto, a discriminação e a agressividade nas redes sociais. Aprende-se a apoiar com paixão e a respeitar quem vive o jogo de maneira diferente.

Uma responsabilidade partilhada pelas famílias

Queremos que estas conversas ultrapassem os muros da escola, cheguem a todas as casas e acompanhem as famílias nos dias de jogo. As crianças aprendem tanto com o que lhes dizemos como com aquilo que nos veem fazer quando a nossa equipa perde ou quando discordamos de uma decisão. Os adultos também têm de assumir esta responsabilidade.

Uma ação isolada não transforma uma cultura. Já um trabalho continuado com escolas, instituições e comunidades pode contribuir para essa mudança. O sucesso medir-se-á pelos gestos que deixar: um desacordo sem insultos, o respeito por um árbitro ou uma amizade entre pessoas com camisolas de cores diferentes.

Neste momento

Miguel Ângelo Figueiredo

Miguel Ângelo Figueiredo é treinador certificado de padel e consultor de gestão desportiva, com mais de uma década de experiência na organização de academias, torneios e experiências premium em clubes. Apaixonado pela evolução técnica dos jogadores e pela vertente social do padel, partilha no PadelTennisLounge conteúdos sobre treino, equipamento, bem-estar e a cultura lounge associada à modalidade.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário